Seu Deolindo cultivava um hábito que está inteiramente fora de moda: viver dentro dos limites do seu salário.
Explico: ele recebia uma gratificação, mas não a usava para pagar as contas mensais. Em vez disso, guardava o dinheiro para comprar, sempre à vista, móveis e eletromésticos ou fazer obras no apartamento.
E justificava: "O sujeito se acostuma com a gratificação e depois não passa sem ela. Quem vive assim aceita qualquer coisa, até suborno."
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